Principais tendências para o varejo


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26 de junho de 2018

Durante o ano de 2017, o varejo brasileiro cresceu 6%, correspondendo a um faturamento de mais de 51 bilhões de reais.

A boa notícia é que 2018 deve ser um ano ainda melhor, de acordo com dados da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). O importante agora é conhecer as tendências do setor e inovar, atraindo mais consumidores para que os resultados se tornem realmente efetivos.

Quer saber que tendências são essas? Continue conosco!

#1. Comunidades em torno da marca

Em um mercado onde a escassez de produtos não é mais problema, os varejistas devem investir mais na criação de comunidades em torno da marca. Isso significa educar o público sobre os produtos vendidos, auxiliá-los no uso e maximização de resultados com cada aquisição.

Nesse sentido, usar plataformas como redes sociais para criar grupos de consumidores engajados com a empresa é uma boa pedida. Ao estimular a interação entre compradores, sua empresa pode reduzir o número de atendimentos no SAC e promover uma comunicação mais efetiva.

#2. Experiências inovadoras

O varejo também precisa se reinventar para oferecer experiências inovadoras aos consumidores, que fujam do tradicional. A boa notícia é que os recursos tecnológicos estão cada dia melhores e trazem dezenas de novidades para implementar no varejo.

A integração entre plataformas de compras é uma forma de oferecer experiências únicas. Aplicativos mobile integrados ao e-commerce, loja virtual integrada à loja física, tudo isso contribui para que os consumidores valorizem cada vez mais a sua marca.

Também é possível usar realidade aumentada para mostrar o produto para o comprador on-line e desenvolver assistentes virtuais que auxiliam os consumidores a escolher produtos mais alinhados aos seus gostos.

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#3. Dados, dados e mais dados

O marketing on-line revolucionou o relacionamento com os consumidores porque trouxe a possibilidade de mensurar o comportamento dos internautas em tempo real. Mas já pensou usar a mesma tecnologia para conhecer o seu cliente na loja física?

Pois já existem dispositivos que fazem esse trabalho. Ao conectar o smartphone à sua rede WiFi, o consumidor passa a transmitir uma série de dados para a sua loja, como sites que visita, produtos que pesquisa e até a sua geolocalização dentro de um shopping, por exemplo.

Com esses dados, é possível oferecer produtos personalizados, otimizar as ações de marketing e surpreender clientes com estratégias inusitadas em locais públicos, conquistando maior visibilidade e vendas.

#4. Pagamentos móveis

Se as compras podem ser feitas a qualquer hora, em qualquer lugar, os consumidores também querem a mesma flexibilidade na hora de pagar pelos produtos.

É por esse motivo que os pagamentos móveis tendem a crescer no varejo e se tornar uma importante fonte de faturamento para os lojistas. Carteiras digitais, bem como cartões virtuais, passam a figurar entre as opções de pagamento solicitadas pelos consumidores.

Onde o autoatendimento multicanal pode ter servido o cliente em mais de um canal, pode não ter integrado esses canais; por exemplo, um cliente do banco pode verificar o saldo da sua conta e transferir fundos via mensagem de texto em uma caixa de diálogo muito semelhante à forma como eles executariam as mesmas tarefas via IVR ou web móvel.

#5. Omni-channel e Um Só Consumidor

O Omni-canal habilita o cliente a iniciar uma atividade de suporte em um canal e terminar a atividade em outro canal completamente diferente. Por exemplo: Uma conversa que começa no Twitter pode ser continuada através de mensagem de texto ou telefone com todo o contexto relevante preservado em todos os canais. As soluções Omni-channel não requerem a implementação de todos os canais possíveis – por exemplo, após um levantamento das preferências do cliente, e saber qual o canal mais utilizado e colocar mais esforços como aumentar o time de atendimento. A unificação dos canais é de suma importância para o novo conceito de varejo.  Faz com que o cliente permeie em diferentes canais e também possa escolher o local de retirada de suas mercadorias, ele pode comprar pelo site ou telefone e retirar diretamente na loja física se for necessário.

#6. Varejo de nicho

As grandes lojas de departamento tendem a especializar-se em determinados nichos e reduzir a estrutura para expandir os negócios e oferecer experiências mais personalizadas.

É o caso, por exemplo, do Carrefour, que está reduzindo o tamanho das lojas para inserir-se em bairros em que não é possível ter um grande supermercado.

Ao mesmo tempo em que a estrutura diminui, o atendimento passa a ser mais pessoal, próximo do consumidor, o que atrai aquelas pessoas que gostam de ser valorizadas pelos locais onde compram.

Sabe qual outra tendência para o varejo você não pode deixar de conhecer? O banner digital. Saiba mais sobre essa solução!

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